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Daniele Sambo Residency

 Cooperative Landscapes, 2014

6 light boxes, duratrans print

Project developed in residencie in September 2014 in the head office and old quarry of Cooperativa dos Pedreiros and in the backyards of the surrounding buildings


 Daniele engaged with the spaces of the Cooperativa in an attempt to offer a novel approach to the physical structure of the building and to its general perception. From the outside the cooperativa shows the marks of time and the marks of a consistent lack of use. While outside plants are climbing on the thick stone walls, inside something different is happening: several organisations are pumping back life in this huge stone structure. As on the outside nature is reclaiming parts of the building, a domesticated nature, in pots, is symbolising a different process. In an attempt to balance the ‘monumenalisation’ of Miradouro with the language of industrial archaeology, always looking back at the past, Daniele spent his first week in open dialogue with the spaces of the cooperative, focusing on these small plants as a symbol for a new beginning, care and engagement in the rebirth of the cooperative. To underline this process of change Daniele then decided to use some temporary light installations in the spaces of the cooperative at night, to temporary highlight parts and conversely hide others, playing with the ordinary perception and creating a new series of images to allow the audience to abstract and re-imagine. D.S.



Paisagens Cooperativas, 2014

6 caixas de luz, impressão duratrans

Projeto desenvolvido em residência em Setembro de 2014 na sede e antiga pedreira da Cooperativa dos Pedreiros e nos quintais dos edifícios circundantes


 Daniele envolveu-se nos espaços da Cooperativa numa tentativa de oferecer uma nova abordagem à estrutura física do edifício e à sua perceção em geral. Do lado de fora da cooperativa, mostra as marcas do tempo e as marcas de uma consistente falta de uso. Enquanto as plantas exteriores sobem pelas paredes espessas de pedra, no interior algo diferente está a acontecer: várias organizações estão a injetar uma nova vida nesta enorme estrutura de pedra. Como no exterior a natureza reclama partes do edifício, uma natureza domesticada, em vasos, está a simbolizar um processo diferente. Na tentativa de equilibrar a ‘monumentalização’ do Miradouro com a linguagem da arqueologia industrial, sempre olhando para trás, para o passado, Daniele passou a sua primeira semana em diálogo aberto com os espaços da cooperativa, com foco nessas pequenas plantas como o símbolo de um novo começo, cuidado e compromisso para com o renascimento da cooperativa. Para enfatizar este processo de mudança, Daniele decidiu então usar algumas instalações de iluminária temporárias nos espaços da cooperativa à noite, para, também de forma temporária, destacar certas partes e, inversamente, esconder outras, jogando com a perceção comum e criando uma nova série de imagens para permitir que o público se abstraia e re-imagine. D.S.




Invasive Species; Espécies Nativas, 2014

Artist book, A5 format, colors


Daniele engaged with the spaces of the Cooperativa in an attempt to offer a novel approach to the physical structure of the building and to its general perception. From the outside the cooperativa shows the marks of time and the marks of a consistent lack of use. While outside plants are climbing on the thick stone walls, inside something different is happening: several organisations are pumping back life in this huge stone structure. As on the outside nature is reclaiming parts of the building, a domesticated nature, in pots, is symbolising a different process. In an attempt to balance the ‘monumenalisation’ of Miradouro with the language of industrial archaeology, always looking back at the past, Daniele spent his first week in open dialogue with the spaces of the cooperative, focusing on these small plants as a symbol for a new beginning, care and engagement in the rebirth of the cooperative. To underline this process of change Daniele then decided to use some temporary light installations in the spaces of the cooperative at night, to temporary highlight parts and conversely hide others, playing with the ordinary perception and creating a new series of images to allow the audience to abstract and re-imagine. D.S.



Invasive Species; Espécies Nativas, 2014

Livro de artista, formato A5, cores


Daniele envolveu-se nos espaços da Cooperativa numa tentativa de oferecer uma nova abordagem à estrutura física do edifício e à sua perceção em geral. Do lado de fora da cooperativa, mostra as marcas do tempo e as marcas de uma consistente falta de uso. Enquanto as plantas exteriores sobem pelas paredes espessas de pedra, no interior algo diferente está a acontecer: várias organizações estão a injetar uma nova vida nesta enorme estrutura de pedra. Como no exterior a natureza reclama partes do edifício, uma natureza domesticada, em vasos, está a simbolizar um processo diferente. Na tentativa de equilibrar a ‘monumentalização’ do Miradouro com a linguagem da arqueologia industrial, sempre olhando para trás, para o passado, Daniele passou a sua primeira semana em diálogo aberto com os espaços da cooperativa, com foco nessas pequenas plantas como o símbolo de um novo começo, cuidado e compromisso para com o renascimento da cooperativa. Para enfatizar este processo de mudança, Daniele decidiu então usar algumas instalações de iluminária temporárias nos espaços da cooperativa à noite, para, também de forma temporária, destacar certas partes e, inversamente, esconder outras, jogando com a perceção comum e criando uma nova série de imagens para permitir que o público se abstraia e re-imagine. D.S.



Daniele Sambo (Italy, 1980), photography and installation work plays with an understanding of public art, trying to challenge the boundaries of practice, opening up the work to communities and people, looking for a direct exchange of knowledge. His photographic work’s processes are very often concerned with how the project interjects and discusses community. The light installations in Sown (ongoing since 2011) are created by running electric cables out of the windows of the neighbours aiming at reconsider/rediscover/reclaim spaces in the city. In recent developments, the audience was led blind folded through their city to be brought back to the illuminated garden, transformed in the blanket of the night’s darkness. 


Daniele Sambo (Itália, 1980), fotografia e obras de instalação jogam com a compreensão da arte pública, tentando desafiar os limites da prática, abrindo a obra às comunidades e pessoas, à procura de uma troca direta de conhecimento. Os processos do seus trabalhos fotográficos refletem frequentemente a forma como o projeto interjeciona e discute a comunidade. As instalações de iluminária Sown (em curso desde 2011) são criadas ao instalar cabos eléctricos for fora das janelas dos vizinhos com o objetivo de repensar/redescobrir/recuperar os espaços na cidade. Em recentes desenvolvimentos, o público foi conduzido vendado através da cidade e depois trazido de volta para o jardim iluminado, transformado no cobertor da escuri-dão noturna. 


www.dansambo.com